2026
VII Jornada Internacional de Psicanálise, Educação e Cultura
Quem pode escutar a dor?
Dororidade, Psicanálise Leiga e a disputa pelo direito à escuta
A dor tem cor. A psicanálise não tem dono.
25/11/2026 - 28/11/2026 | Online e gratuito (25 a 27) e presencial na ABI (28) | Inscrições abertas
Programação online gratuita (25 a 27 de novembro). O encontro presencial de sábado na ABI é pago.
O encontro presencial de sábado, 28 de novembro, acontece na Associação Brasileira de Imprensa (ABI), das 10h às 13h. A inscrição é obrigatória e custa R$ 100, com direito a um livro da autora, mediante envio do comprovante de pagamento. São 100 vagas, limite do auditório; havendo desistência, a vaga é oferecida à lista de espera. O encontro presencial na ABI não integra a carga horária do certificado. O certificado da UFRRJ contempla apenas as atividades online (25 a 27 de novembro).
O encontro presencial na ABI não integra a carga horária do certificado. O certificado da UFRRJ contempla apenas as atividades online (25 a 27 de novembro).
09:00 - 09:30
ABERTURA
25 de novembro: a dor tem cor e a violência não será recalcada. Leitura da declaração de abertura pelos fundadores do CPAPEC.

UFRRJ/CPAPEC/EPEP
Doutorando e Mestre em Educação Contemporânea e Demandas Populares (PPGEduc/UFRRJ). Teólogo e Pesquisador na interface entre Psicanálise e Feminismos Plurais – Estudos de Gênero no Laboratório de Educação, Gênero e Sexualidades da UFRRJ, no Grupo de Pesquisa Ativista Audre Lorde da UNIR e no Diversitas - FFLCH/USP. Coordenador do Coletivo de Pesquisa Ativista em Psicanalise, Educação e Cultura, Membro no Coletivo Psicanalistas Unidos pela Democracia – PUD e Membro da Comissão Permanente da Política Institucional pela Diversidade, Gênero, Etnia/Raça e Inclusão (CPID) da UFRRJ. Escritor por diversas Editoras no Brasil, Poeta e Bolsista CAPES.

UERJ/CPAPEC/EPEP
Doutor em História (UERJ). Mestre e Licenciatura em História (UNIRIO). Pós-graduado em Psicanálise e Saúde pelo (SEPAI-RJ). Pós-graduado em Orientação, Supervisão e Gestão Escolar (UNINTER). Pós-graduado em Ciências da Religião (AVM/UCAM). Bacharel em Teologia (FACETEN). Psicanalista e Pesquisador no Laboratório de Educação, Gênero e Sexualidade da UFRRJ, no Grupo de Pesquisa Ativista Audre Lorde/UNIR e no Grupo ÁFRICAS Sociedade, Política e Cultura (UERJ-UFRJ). Coordenador do Coletivo de Pesquisa Ativista em Psicanálise, Educação e Cultura.
09:30 - 11:00
CONFERÊNCIA

UCSal/CPAPEC/EPEP
Doutora em Psicologia do Desenvolvimento (PPGPSI/UFBA) e mestra em Estudos Interdisciplinares sobre a Universidade (UFBA), com graduações em Psicologia (UFBA) e Administração (UNEB). É docente do curso de Psicologia e coordenadora do serviço-escola de Psicologia da Universidade Católica do Salvador (UCSal), e pesquisadora do Observatório da Vida Estudantil (OVE UFBA/UFRB). Atua em Psicologia Clínica e Social, com ênfase em psicanálise, subjetividades, relações raciais e educação popular.
11:00 - 12:30

Coordenação da mesa
Daiana Gomes Figueiredo é psicóloga, psicanalista e supervisora clínica, pós-graduanda em Psicanálise e Análise no Contemporâneo (PUC-RS). Conduz o grupo de estudos freudo-lacaniano de conceitos fundamentais da psicanálise e é produtora da Oficina Traço & Desejo pelo CPAPEC.
13:30 - 15:00

Coordenação da mesa
Psicanalista de orientação winnicottiana, atua em clínica, docência e cursos. É colaboradora do Movimento Okan, do CPAPEC e do Dispositivo de Escuta Xica Manicongo.
15:00 - 16:30
CONFERÊNCIA

Psicanalista, membro do Corpo Freudiano – Escola de Psicanálise, seção Fortaleza, e supervisora clínica. Mestra em Psicologia pela UFC, na linha Psicanálise, Práticas Clínicas e Epistemologia das Psicologias, é professora da especialização "Psicanálise e suas extensões" da Universidade de Fortaleza (UNIFOR). Palestrante e escritora, pesquisa psicanálise decolonial, os sofrimentos psíquicos provocados pelo racismo no Brasil e os efeitos da colonização psíquica na clínica psicanalítica brasileira, além de estruturas clínicas na contemporaneidade e articulações entre psicanálise e arte.
16:30 - 18:00

Coordenação da mesa
Psicanalista e historiadora, mestra em Educação em Questões Étnico-Raciais (UFRJ). Atua no Dispositivo de Escuta Xica Manicongo, é membra do CPAPEC e professora de História e Sociologia no ensino médio.
18:00 - 19:30
CONFERÊNCIA

CPAPEC
Maria Rucca é psicanalista, mulher preta e travesti, nascida e criada em São Paulo. Pesquisa saúde sexual, questões raciais e transgeneridade. Mulher vivendo com HIV, é idealizadora do projeto Roda de Conversa e Saúde para Todes, dedicado à saúde mental de pessoas trans e pretas da comunidade LGBTQIAPN+, e participou de uma das primeiras Houses formadas por mulheres trans e travestis no Brasil. Multiartista, atua também como dançarina e produtora cultural, com projetos que articulam saúde mental, autoconhecimento, cultura e experiências negras, dissidentes e trans.